{"id":4195,"date":"2020-01-07T09:20:47","date_gmt":"2020-01-07T09:20:47","guid":{"rendered":"https:\/\/biblioteca.med.up.pt\/wordpress\/?p=4195"},"modified":"2020-01-07T09:20:47","modified_gmt":"2020-01-07T09:20:47","slug":"livro-do-mes-de-janeiro-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/biblioteca.med.up.pt\/wordpress\/livro-do-mes-de-janeiro-2020\/","title":{"rendered":"Livro do m\u00eas de janeiro 2020"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #000000;\">Torna-se imposs\u00edvel determinar quando \u00e9 que o Homem come\u00e7ou, consciente ou inconscientemente, a combater as doen\u00e7as, ainda que se possa supor que o seu aparecimento e as tentativas de impedir ou lutar contra os diferentes doen\u00e7as que o atingiam, fossem contempor\u00e2neos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">No entanto, os primeiros registos conhecidos dessa luta remontam \u00e0 pr\u00e9-hist\u00f3ria, ainda que seja l\u00edcito presumir que a maioria das doen\u00e7as que atingem o Homem exista desde a forma\u00e7\u00e3o do mundo.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\">Contudo, os primeiros registos conhecidos de les\u00f5es sofridas pelo Homem s\u00e3o as encontradas nos desenhos e grava\u00e7\u00f5es feitas nas paredes das cavernas, onde s\u00e3o reconhecidas fracturas, tumores e actua\u00e7\u00f5es visando a sua cura.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Os in\u00edcios das actua\u00e7\u00f5es curativas ficaram a dever-se a ritos de curandeiros e feiticeiros e a pr\u00e1ticas de cariz pseudo-religioso, sendo a partir destas, e mais tarde dos sacerdotes e seus escritos, que se verificou a evolu\u00e7\u00e3o lenta, mas progressiva, da Medicina. Os progressos conseguidos, na China, \u00cdndia, Ar\u00e1bia e Europa no decurso de mil\u00e9nios, assim como a sua interperta\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o ficaram a dever-se a figuras de vulto de que s\u00e3o exemplo Hip\u00f3crates, Galeno, Maimonides, Rhazes Avicena, Celsus. A estas grandes figuras da hist\u00f3ria da Medicina outras se seguiram at\u00e9 \u00e0 actualidade, como Paracelso, William Harvey, Malpigui, Laennec, Virchow, Roentgen, Ehrlich e Fleming, entre muitos outros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Portugal tamb\u00e9m deu a sua quota parte para o progresso da Medicina e, entre as suas figuras mais salientes, s\u00e3o de referir Zacuto Luzitano, Garcia de Orta, Ribeiro Sanches e Egas Moniz.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">No entanto, muitas outras personalidades da Medicina e Cirurgia Portuguesa n\u00e3o devem nem podem ser esquecidas, pelas sua invulgares e\/ou not\u00e1veis vidas. Muitos merecem ser recordados pela sua vida m\u00e9dica mas muitos outros notabilizaram-se na arte, na pol\u00edtica, na literatura, na pintura, etc.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Assim, este trabalho tem por finalidade registar os aspectos mais not\u00f3rios e conhecidos de cerca de 600 m\u00e9dicos que s\u00e3o considerados importantes na Hist\u00f3ria da Medicina e Cirurgia Portuguesa desde o in\u00edcio de Portugal como pa\u00eds independente, j\u00e1 h\u00e1 cerca de 900 anos, e que tiveram alguma ac\u00e7\u00e3o considerada relevante e tiveram o merecimento de, para sempre, serem recordados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Alfredo de Magalh\u00e3es; Ars\u00e9nio Cordeiro; Celestino da Costa; Bissaya Barreto; Corino de Andrade; Ducla Soares; Egas Moniz; Elysio de Moura; Falc\u00e3o de Freitas; Fernando Namora; Garcia de Orta; Hern\u00e2ni Monteiro; M\u00e1rio Botas; Miguel Torga; Pedro Hispano; Ribeiro Sanches; Robalo Cordeiro; Thom\u00e9 Villar; Zacuto Lusitano.<\/span><\/p>\n<p>Fonte: Lidel<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Torna-se imposs\u00edvel determinar quando \u00e9 que o Homem come\u00e7ou, consciente ou inconscientemente, a combater as doen\u00e7as, ainda que se possa supor que o seu aparecimento e as tentativas de impedir ou lutar contra os diferentes doen\u00e7as que o atingiam, fossem <a href=\"https:\/\/biblioteca.med.up.pt\/wordpress\/livro-do-mes-de-janeiro-2020\/\" class=\"read-more\">Ler mais &#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":4196,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[24],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/biblioteca.med.up.pt\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4195"}],"collection":[{"href":"https:\/\/biblioteca.med.up.pt\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/biblioteca.med.up.pt\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/biblioteca.med.up.pt\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/biblioteca.med.up.pt\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4195"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/biblioteca.med.up.pt\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4195\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/biblioteca.med.up.pt\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4196"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/biblioteca.med.up.pt\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4195"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/biblioteca.med.up.pt\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4195"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/biblioteca.med.up.pt\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4195"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}